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Autoconhecimento e analogia a cebola

  • 13 de jul.
  • 1 min de leitura

A personalidade, as emoções e os comportamentos são formados por camadas. À medida que uma pessoa se conhece melhor ou faz psicoterapia, ela vai "descascando" essas camadas para compreender aspectos mais profundos de si mesma.

O autoconhecimento é um processo gradual e as mudanças profundas costumam acontecer em etapas, compreender uma emoção ou comportamento pode revelar questões mais fundamentais por trás dele. 

Assim como uma cebola tem várias camadas, o autoconhecimento pode revelar novos aspectos ao longo da vida, conforme surgem experiências diferentes.


Podemos dividir as camadas de cebola em:


Camada 1: “o que você mostra: comportamentos”

Camada 2: “o que você sente: emoções”

Camada 3: “o que você acredita sobre si e outros: pensamentos”

Camada 4: “eventos que moldaram essas crenças: ”

Camada 5: “o que você faz pra se sentir bem: necessidades emocionais”

Camada 6:  “quem você é e o que considera importante: valores e identidades”

Camada final: “eu autêntico”


E um exemplo prtático é:


Camada 1: Comportamento: respondo de forma defensiva.

Camada 2: Emoção: raiva.

Camada 3: Crença: "Se me criticam, significa que sou incompetente."

Camada 4: Experiência: fui muito criticado quando era criança.

Camada 5: Necessidade: sentir aceitação e reconhecimento.

Camada 6: Valor: competência e respeito.

Camada final: Eu autêntico: desejo crescer, contribuir e ser valorizado pelo que faço.


Vale lembrar que "descascar as camadas" não significa que tudo o que está na superfície seja falso. As camadas externas também fazem parte da pessoa; o objetivo é entender como elas se relacionam com experiências, emoções e necessidades mais profundas.

 
 

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